
Vislumbrada pela noite, pelo sonho, pelo indefinido de todos os sentimentos da natureza humana... Quero sentir, bem no fundo do meu ser, o arrepeiar mais indescritivel de todos, aquele que penetra repentinamente na minha epiderme e me provoca imediatamente uma sensação de frescura súbita...
Eis o que pretendo, uma experiência, uma vivência fora do usual, a que nós simples mortais, não estamos habituados a dar o devido valor. Tão simples são estas experiências de que falo, que é comum não lhes atribuirmos a devida importância, refiro-me , está claro, na minha percepção pessoal, a coisas simplícimas como, poder acordar de manhã com aquela brisa primaveril, em que aromas de flores e frutos se misturam numa brisa fresca e acolhedora. Falo das tardes quentes de verão acompanhadas por um disco de Diana Krall e um sumo de pêssego...
Bem se vê que não exigente, limito-me a apreciar cada momento da minha vivência, e estas minhas preferências comuns para alguns, pouco excêntricas para outros, podem servir perfeitamente de uma boa metáfora para a nossa conjuntura mundial....
Vivemos hoje, num mundo onde ninguém está absolutamente feliz... Mas o que será a felicidade? Fiz uma breve pesquisa do que é considerado por muitos a felicidade e obtive as seguintes intervenções: "Segundo Daniel Gilbert, professor de psicologia da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, que estuda a felicidade há mais de duas décadas, conceitua a sensação de bem-estar:“É difícil dizer o que é, mas sei quando eu a vejo. É simplesmente se sentir bem” ;
"A felicidade é o estado de uma consciência plenamente satisfeita; satisfação, contentamento, bem-estar." ; "
"Sejamos bons e depois seremos felizes. Ninguém recebe o prémio sem primeiro fazer por isso."
Jean Jacques Rousseau; entre outras...
De um modo geral, pode-se facilmente constatar que o conceito de felicidade não é algo que chegue a um consenso, isto é, trata-se, efectivemente, de um conceito, definição, ou simplesmente uma sensação de carácter subjectivo e como tal, apenas cada um de nós tem a percepção pessoal da sua felicidade.
Fazendo uma análise de opiniões de personalidades do mundo da literatura, tendo em conta a sua vertente literária e décadas de vivência, constatei que as opiniões divergem de forma bastante difusa. Victor Hugo afirma de modo apaixonado, não pertencendo ele á brilhante Era do iluminismo que " A suprema felicidade da vida é ter a convicção de que somos amados", conferindo, deste modo, a felicidade aos sentimentos como o amor, por outro lado, Shakespeare confere à razão a responsabilidade de modelar a nossa felicidade "As ideias das pessoas são pedaços da sua felicidade", Napoleão Bonaparte, o jovem destemido e conquistador da Europa na expansão do liberalismo diz que "Cada hora de tempo perdido na juventude é um embrião de infelicidade no futuro", já o nosso Fernando Pessoa acredita que " A felicidade está fora da felicidade".
Tornou-se claro que a proura da felicidade pode ser considerado por muitos uma meta, um objectivo que ambicionam e respiram a cada dia impacientemente até atingirem o auge da felicidade.
Para mim, a felicidade reside simplesmente naquilo que nos dá prazer, naquela sensação única e, acredito que intrínseca de modo diferente em cada um de nós, que nos proporciona momentos, pensamentos, sensações e estados de espírito aproximados da tão anciada ataraxia... Nunca hei-de formular uma definição, porque acredito que nós, seres humanos, somos demasiadamente inconstantes para termos durante toda a nossa existência uma única definição de felicidade, confio antes na percepção de Voltaire que afirma que "os homens que procuram a felicidade são como embriagados que não conseguem encontrar a própria casa, apesar de saberem que a têm", tão simples quanto isto, a felicidade está no nosso íntimo, no nosso espírito e alma, resta-nos todos os dias encontrar em nós próprios o equiliíbrio entre o que nos é exterior e aquilo que nos proporciona prazer, acho que desta forma podemos declarar oficialmente que somos felizes!
Eis o que pretendo, uma experiência, uma vivência fora do usual, a que nós simples mortais, não estamos habituados a dar o devido valor. Tão simples são estas experiências de que falo, que é comum não lhes atribuirmos a devida importância, refiro-me , está claro, na minha percepção pessoal, a coisas simplícimas como, poder acordar de manhã com aquela brisa primaveril, em que aromas de flores e frutos se misturam numa brisa fresca e acolhedora. Falo das tardes quentes de verão acompanhadas por um disco de Diana Krall e um sumo de pêssego...
Bem se vê que não exigente, limito-me a apreciar cada momento da minha vivência, e estas minhas preferências comuns para alguns, pouco excêntricas para outros, podem servir perfeitamente de uma boa metáfora para a nossa conjuntura mundial....
Vivemos hoje, num mundo onde ninguém está absolutamente feliz... Mas o que será a felicidade? Fiz uma breve pesquisa do que é considerado por muitos a felicidade e obtive as seguintes intervenções: "Segundo Daniel Gilbert, professor de psicologia da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, que estuda a felicidade há mais de duas décadas, conceitua a sensação de bem-estar:“É difícil dizer o que é, mas sei quando eu a vejo. É simplesmente se sentir bem” ;
"A felicidade é o estado de uma consciência plenamente satisfeita; satisfação, contentamento, bem-estar." ; "
"Sejamos bons e depois seremos felizes. Ninguém recebe o prémio sem primeiro fazer por isso."
Jean Jacques Rousseau; entre outras...
De um modo geral, pode-se facilmente constatar que o conceito de felicidade não é algo que chegue a um consenso, isto é, trata-se, efectivemente, de um conceito, definição, ou simplesmente uma sensação de carácter subjectivo e como tal, apenas cada um de nós tem a percepção pessoal da sua felicidade.
Fazendo uma análise de opiniões de personalidades do mundo da literatura, tendo em conta a sua vertente literária e décadas de vivência, constatei que as opiniões divergem de forma bastante difusa. Victor Hugo afirma de modo apaixonado, não pertencendo ele á brilhante Era do iluminismo que " A suprema felicidade da vida é ter a convicção de que somos amados", conferindo, deste modo, a felicidade aos sentimentos como o amor, por outro lado, Shakespeare confere à razão a responsabilidade de modelar a nossa felicidade "As ideias das pessoas são pedaços da sua felicidade", Napoleão Bonaparte, o jovem destemido e conquistador da Europa na expansão do liberalismo diz que "Cada hora de tempo perdido na juventude é um embrião de infelicidade no futuro", já o nosso Fernando Pessoa acredita que " A felicidade está fora da felicidade".
Tornou-se claro que a proura da felicidade pode ser considerado por muitos uma meta, um objectivo que ambicionam e respiram a cada dia impacientemente até atingirem o auge da felicidade.
Para mim, a felicidade reside simplesmente naquilo que nos dá prazer, naquela sensação única e, acredito que intrínseca de modo diferente em cada um de nós, que nos proporciona momentos, pensamentos, sensações e estados de espírito aproximados da tão anciada ataraxia... Nunca hei-de formular uma definição, porque acredito que nós, seres humanos, somos demasiadamente inconstantes para termos durante toda a nossa existência uma única definição de felicidade, confio antes na percepção de Voltaire que afirma que "os homens que procuram a felicidade são como embriagados que não conseguem encontrar a própria casa, apesar de saberem que a têm", tão simples quanto isto, a felicidade está no nosso íntimo, no nosso espírito e alma, resta-nos todos os dias encontrar em nós próprios o equiliíbrio entre o que nos é exterior e aquilo que nos proporciona prazer, acho que desta forma podemos declarar oficialmente que somos felizes!




